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ARREDORES DE PARATY

Cachoeiras

Alimentados pelas freqüentes chuvas - aprisionadas pelo paredão da Serra da Bocaina - muitos rios e riachos de águas frias e cristalinas descem aquelas encostas em seus leitos de pedra. Precipícios e despenhadeiros transformam-se em belíssimas cachoeiras cercadas pela exuberante floresta.

Em algumas delas só se chega passando por trilhas que cortam a mata. Um boa pedida para os praticantes de trekking já que as caminhadas são uma ótima forma de explorar a bela natureza da região. Os menos entusiasmados com o esporte, ao reanimar o corpo sob a força das águas, terão certeza que o esforço valeu a pena.


Uma dica para as caminhadas: é sempre bom lembrar de levar repelentes de insetos para passar na pele e calçar sapatos confortáveis e apropriados para as caminhadas. Sacos de lixo também são importantes porque não há lixeiras no caminho.

Tobogã
Às margens da estrada Paraty-Cunha, próximo à Igrejinha de Nossa Senhora da Penha, fica esta cachoeira, também conhecida como Escorrega ou da Penha. As águas descem por uma pedra lisa e escorregadia proporcionando divertimento certo não só para os nativos, que ali praticam um autêntico surf de cachoeira, como também para os que assistem ao espetáculo. No final da descida, um poço de águas claras espera pelos audaciosos surfistas.

Localização:
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Cachoeira Pedra Branca
A cachoeira da Pedra Branca é uma das mais bonitas de Paraty. De acesso mais difícil, o caminho que vai até ela também parte da estrada Paraty-Cunha. As várias quedas d'água formam piscinas de tamanhos variados, seguindo a conformação das pedras. Ao seu lado, estão as ruínas de uma antiga usina de força que abastecia a Fábrica de Farinha de Banana do Príncipe Dom João de Orleans e Bragança.

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Cachoeira Iriri
Outra bela cachoeira é a do Iriri. Para se chegar a ela, é só pegar a estrada Rio-Santos e seguir 26 km em direção ao norte. Naquele ponto, o rio Iririguaçu desce a Serra do Mar em três saltos, formando duas piscinas naturais.

Há ainda as cachoeiras da Usina ou Toca da Ingracia, a do Poço da Laje, o Poço das Andorinhas e outras em Paraty e em Trindade.
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Outros Passeios


Sítio Caminho do Ouro

O acesso ao Caminho, calçado com pedras, é feito pela estrada que liga Paraty a Cunha (RJ 165). São 10 km de distância até a entrada do Sítio Histórico, que podem ser percorridos a pé ou a cavalo. O Caminho foi aberto no século XVIII numa antiga trilha dos índios Guainás e foi muito usado para transportar o ouro vindo de Minas Gerais em direção ao Rio de Janeiro e dali para Portugal. O Sítio é cercado pela Mata Atlântica e o passeio oferece um belo espetáculo proporcionado pela vegetação rica em bromélias, orquídeas, samambaias além de muitos pássaros e animais silvestres. Os passeios terminam na construção da antiga Casa dos Quintos e são sempre acompanhados de guias.

O Sítio fica aberto para visitas de quarta a domingo de 10h às 17h. As visitas guiadas saem do Teatro Espaço às 10h30.

Informações e reservas:
Teatro Espaço
Endereço: Rua Dona Geralda, 327
Telefone:24 3371-1575
E-mail: reserva@caminhodoouro.com.br
Home Page: www.caminhodoouro.com.br
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Alambiques
Outro bom programa para se fazer em Paraty é conhecer os alambiques que ainda estão em atividade. No século XVIII, a cidade chegou a ter cerca de 200 engenhos e casas de moenda. Por isso, Paraty se transformou em sinônimo de pinga. Atualmente, alguns engenhos ainda produzem a mesma pinga de duzentos anos atrás e podem ser visitas pelos turistas. A Fazenda Murycana conserva o alambique a lenha e os tonéis de carvalho e cerejeira na antiga senzala, além da roda d'água de origem inglesa que ainda move a moenda. Hoje, a fazenda se tornou um centro de lazer com restaurante, quedas d'água e piscinas naturais. Já no engenho Corisco, os interessados podem acompanhar todo o processo de fabricação da aguardente. Há ainda os engenhos Vamos Nessa, Coqueiro e Maré Alta.
 
Endereços de alguns alambiques:
Murycana: 5 km do trevo de Paraty sentido Cunha.
Vamos Nessa: 7 km do trevo para São Paulo, estrada Rio-Santos, junto a um bar do lado esquerdo da pista.
Coqueiro: 6 km após o trevo para São Paulo há uma entrada do lado direito da pista. Nesta estrada, anda-se mais 1 km até o alambique.
Maré Alta: após o trevo de Paraty sentido São Paulo, entrar na primeira estrada de terra à esquerda e seguir cerca de 4,5 km.
Corisco: na mesma estrada que leva a fazenda Maré Alta, seguir por mais 1,5 km.
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