Basílica
do Senhor Bom Jesus do Matozinhos
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A Basílica do Senhor Bom Jesus de Matozinhos
situa-se no topo do Morro Maranhão. O adro e a escadaria
ornados pelos profetas de Aleijadinho conferem-lhe uma
imponência incomum.
As torres são ligeiramente recuadas.
Segundo Robert Smith, o frontão foi inspirado na Igreja
do Senhor da Cruz (1708), de Barcelos, Portugal.
O interior da Basílica é no estilo rococó
e reúne os trabalhos dos artistas mais importantes da
época. Sob o teto do coro, pinturas de Mestre Ataíde
representam os três patriarcas de Jerusalém: Abraão,
Isaac e Jacó.
A talha da capela-mor é de João Antunes
de Carvalho, que trabalhou ali, entre 1769-1763. É considerada
uma das mais antigas no estilo rococó.
João Nepomuceno foi também o responsável
pela pintura do teto da nave, com o tema da Santíssima
Trindade no medalhão central. Em 1818-1819, Mestre Ataíde
fez um trabalho de repintura deste teto.
O teto da capela-mor representa o sepultamento
de Cristo e também é decorado com elementos rococó.
Sobre as mesas dos altares, ficam os
seis relicários feitos por Aleijadinho para o Santuário.
Localização: Praça da Basílica
Visitação: Terça-feira a domingo, das 7h às 18h |
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Romaria
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Além do Santuário do Senhor Bom Jesus
do Matozinhos, a Romaria é outro monumento que merece
ser visitado em Congonhas. Trata-se de um antigo
pouso para os romeiros pobres que vinham em peregrinação
até a cidade durante a semana do Jubileu. Demolida
em 1968, a edificação foi totalmente reconstruída
em 1994 e hoje abriga um centro de atividades culturais.
Há ainda outras igrejas como a Matriz de Nossa Senhora
da Conceição e Igreja de Nossa Senhora do Rosário
que são testemunho do espírito religiosos dos primeiros
a chegar na região.
Construída no século XVIII, a
Romaria alojava peregrinos pobres que, todos os
anos, vinham
ao Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matozinhos. Depois
de ser desativada, foi vendida para um grupo que
pretendia
erguer ali um hotel.
Acabou sendo
demolida em 1968. Restou apenas o pórtico de entrada, formado por duas torres
- no estilo das capelas dos Passos da Paixão - ligadas
por um arco. Entretanto, o hotel nunca seria construído.
Em
1994, a administração municipal resolve
reconstruí-la. Foram mantidas as mesmas características
do antigo pouso: o formato ovalado, com uma grande
praça
central, onde ficavam amarrados os animais dos tropeiros.
Agora
a Romaria se transformou num grande espaço cultural.
Uma das quatro alas é destinadas ao
Museu Sacro e ao Museu da Memória.
Ali
também fica o Museu de Mineralogia.
Além dos museus, na Romaria estão a Fundação Municipal
de Cultura, Lazer e Turismo, lojas de souvenirs,
lanchonete,
auditório, oficinas de arte, etc.
Localização: Alameda
Cidade de Matozinhos, 153 - Basílica
Visitação: Terça-feira
a domingo, das 10h às
16h |
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Matriz
de Nossa Senhora da Conceição
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A Matriz de Nossa Senhora da Conceição
foi criada por alvará de 6 de novembro de 1749.
A fachada tem o estilo típico das igrejas mineiras
do século XVIII,
com porta central e duas janelas no coro.
A
portada em pedra sabão, atribuída
a Aleijadinho, tem como tema a Arca de Noé e a Pomba
Imaculada. Uma coroa simboliza a realeza de Maria.
As
cornijas, os pináculos e a cruz que encima a fachada
também são de pedra.
A nave única, sem corredores laterais,
é uma das maiores de Minas.
Os
altares e retábulos representam diversas
fases do barroco. O altar da esquerda é consagrado à
Nossa Senhora do Carmo. No altar ao lado do arco-cruzeiro,
está Nossa Senhora das Dores.
A
capela-mor, de 1764, tem a douração
é atribuída a Manoel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho.
Coroando o retábulo, o Sagrado Coração de Jesus.
Localização: Praça
Sete de Setembro
Visitação: Segunda-feira a domingo, das 8h às
16h |
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Igreja
de Nossa Senhora do Rosário
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A Igreja Nossa Senhora do Rosário foi
construída por escravos, em fins do século XVII, antes
da chegada dos mineradores que fundaram a cidade.
É a igreja mais antiga de Congonhas
do Campo. O altar singelo é consagrado a Nossa Senhora
do Rosário.
Localização: Rua do Rosário
Visitação: Solicitar a visita na Casa de Apoio
ao Turista, na Praça da Basílica |
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