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MONUMENTOS CIVIS


 
Mercado dos Tropeiros

Construído em 1835 por Joaquim Cassimiro Lages, servia como ponto de descarregamento e venda de mercadorias entre os comerciantes e mineradores que passavam pela cidade. Os tropeiros amarravam seus cavalos nas estacas de madeira localizadas no pátio externo do mercado.

Com exceção da fachada lateral esquerda, que é fechada e construída em alvenaria, todo o restante do prédio foi feito em madeira aberto em arcos em suas laterais.

Atualmente o mercado sedia, aos sábados, uma movimentada feira de comidas e artesanato.

Localização: Praça Barão de Guaicuí, 170 (ver no mapa)
Visitação: livre

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Casa de Juscelino Kubitschek

Esta é uma casa modesta, construída de pau-a-pique, típica do século XVIII. Lá o ex-presidente da República Juscelino Kubistschek passou sua infância.

Após sua morte a casa foi transformada em um museu que expõe fotografias, textos e até violões usados nas serestas que ele participava.

Leia a biografia de Juscelino Jubistschek

Localização: Rua São Francisco, 241 (ver no mapa)
Visitação: Terça a quinta, de 9h às 17h, sexta e sábado, de 9h às 18h, e domingos, de 9h às 14h

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Casa da Glória e Passadiço

Em 1818, esta construção tornou-se sede da antiga Casa de Intendentes e Contratadores, responsável pela exploração de diamantes na região. Em 1864, passou a abrigar o 1º Bispado de Diamantina e foi residência do primeiro bispo da cidade. Foi cedido às irmãs de São Vicente de Paulo em 1867, quando sediou um educandário e orfanato.

No início do século XIX, utilizando sobras de madeira da chácara de Chica da Silva, foi construído o Passadiço, que é hoje um dos grandes símbolos de Diamantina.

O nome da construção homenageia uma de suas antigas proprietárias, D. Josefa Maria da Glória. Atualmente abriga o Centro de Geologia Eschwege, mantido em parceria com a UFMG, o Espaço Cultural e o Memorial Casa da Glória, o Centro de Referência em Cartografia Histórica e o Centro de Pesquisa e Aplicações em Planejamento do Turismo.


Localização: Rua da Glória, 298 (ver no mapa)
Visitação Casa da Glória: Terça a domingo, de 13h às 18h

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Casa de Chica da Silva

Nesta casa morou, entre 1763 e 1771, o contratador João Fernandes de Oliveira em companhia de sua amante, a ex-escrava Chica da Silva.

Em 1771 foi construída na lateral da casa uma pequena capela para uso exclusivo de Chica. Demolida em data desconhecida, teve apenas sua fachada reconstruída em 1951.

A casa tem um grande terreno nos fundos e uma fachada lateral de influência árabe (foto). Atualmente abriga a sede da 16ª sub-regional do IPHAN

Leia a biografia de Chica da Silva
Leia a biografia do contratador João Fernandes de Oliveira


Localização: Praça Lobo de Mesquita, 266 (ver no mapa)
Visitação: Terça a sábado, 12h às 17h30; domingo, 09h às 12h
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Casa do Padre Rolim (Museu Do Diamante)

Aqui morou José de Oliveira Silva e Rolim, ou padre Rolim, um dos principais articuladores da Inconfidência Mineira. Após ser preso e enviado para Portugal, teve a casa confiscada pela Fazenda Real, que a leiloou em praça pública.

A construção pertenceu a particulares até 1945, quando foi readquirida pelo Estado e transformada no Museu do Diamante. Lá estão expostas peças ligadas ao ciclo de exploração do diamante e objetos de arte sacra, como oratórios dos séc. XVII e XVIII.

Em 1983, o Museu foi invadido e as peças roubadas, entre elas uma preciosa coroa de ouro, e jamais foram encontradas.


Localização: Rua Direita, 14 - Praça da Matriz (ver no mapa)
Visitação: Terça a sábado, de 12h às 17h30; domingos e feriados, de 09h às 12h

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Casarão do Fórum

Construído no século XVIII, pouco se sabe sobre a história e os primeiros moradores deste prédio, que certamente pertenciam às classes mais abastadas da época.

Em 1864, ali morou o primeiro bispo de Diamantina, Dom João Antônio dos Santos, que logo mudou-se para a Casa da Glória. Logo depois funcionou como Câmara Municipal, quando o primeiro andar passou a abrigar a cadeia pública. Funciona hoje como Fórum.

Localização: Rua São Francisco - Praça JK (ver no mapa)

 
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Casa do Muxarabiê

Construído na segunda metade do século XVIII, este sobrado é o único da cidade com um muxarabiê, um detalhe arquitetônico de influência árabe. Sua função era permitir que as moças pudessem ver a movimentação nas ruas sem serem notadas pelos transeuntes.

Restaurado na década de 1950, atualmente abriga a Biblioteca Pública Antônio Torres, em homenagem ao escritor e jornalista nascido na cidade.

Localização: Rua da Quitanda, 50 (ver no mapa)
Visitação: Segunda a sexta, de 7h30 às 11h30 e de 13h00 às 17h

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Rua do Burgalhau

Esta rua abriga as primeiras casas construídas no então Arraial do Tijuco, que iniciu sua formação no início do século XVIII, em função da exploração do ouro. (ver no mapa)
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Casa da Intendência (Prefeitura)

Construído por iniciativa do governo colonial entre 1733 e 1735 para abrigar a Intendência dos Diamantes. Em 1950 foi restaurada pelo IPHAN e transformou-se na sede da Prefeitura Municipal. Possui cobertura de 4 águas e paredes feitas de taipa, com colunas em madeira. No interior, o forro em gamela é um dos destaques do monumento.

Localização: Praça Conselheiro Matta, 11
(ver no mapa)

 
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