Palácio
dos Governadores - Escola de Minas e Metalurgia
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Construído para abrigar os governantes de Minas
Gerais, do período colonial, a partir de Gomes
Freire de Andrade, à República. Com a
mudança da capital para Belo Horizonte, em 1898,
passou a abrigar a Escola de Minas e à Metalurgia
de Ouro Preto.
Construção: 1741
Projeto: José Fernandes Pinto Alpoim
Arrematante: Manuel Francisco Lisboa
Utilização: Escola de Minas e Metalurgia
de Ouro Preto
Ingresso: R$ 4,00 (meia entrada para estudantes)
Localização: Praça Tiradentes,
20 - Centro (ver
no mapa) |
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Casa
de Câmara e Cadeia - Museu
da Inconfidência
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Foi
construída para sediar a estrutura administrativa,
política e judiciária de Vila Rica. Embora
seja conhecida como a primeira edificação
em estilo neoclássico de Minas Gerais, guarda
características barrocas especialmente em portas
e janelas.
Construção: 1784 a 1846
Autor do projeto: C. Manuel Ribeiro Guimarães
Utilização: Museu da Inconfidência
Visitação: 3ªf a domingo,
das 12h às 17h
Ingresso: R$
5,00 (meia entrada para estudantes)
Localização: Praça Tiradentes,
s/nº - Centro (ver
no mapa) |
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Casa
dos Contos
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Construída
para ser residência e sede dos negócios
de João Rodrigues de Macedo, administrador dos
impostos da Capitania de Minas. Seguiu curiosamente
os padrões barrocos, embora sua construção
seja posterior à da Casa de Câmara e Cadeia.
Construção: Concluída em
1787
Projeto: José Pereira Arouca (atribuição)
Localização: Rua São José,
12 - Centro (ver
no mapa)
Utilização: Museu, Centro de
Estudos do Ciclo do Ouro e Agência da Receita Federal
Ingresso: R$
1,00 (descontos para grupos)
Visitação: 3ªf a sábado,
das 12h30m às 17h30m; domingo e feriado, 8h30m
às 13h30m |
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| Casa
da Ópera de Vila Rica - Teatro Municipal
de Ouro Preto |
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É
o mais antigo teatro em funcionamento na América
Latina, tendo se destacado entre as casas do gênero
em Minas. É Formou sua própria companhia
de artistas e produziu espetáculos diversificados,
incluindo óperas, oratórias e comédias.
Construção: Concluída em 1770
Construtor: José de Souza Lisboa
Localização: Rua Brigadeiro Musqueira,
s/n - Centro (ver
no mapa)
Capacidade: 400 pessoas
Ingresso: R$ 1,00
Visitação: Diariamente, das 12h30m
às 17h30m
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| Casa
de Tomás Antônio Gonzaga |
Nela
funcionou a Ouvidoria de Vila Rica. No período
de 1782 a 1788 foi residência do poeta e inconfidente
Tomás Antônio Gonzaga, que exerceu o cargo
de Ouvidor Geral. Hoje é sede da Secretaria de
Turismo e Cultura de Ouro Preto.
Localização: Rua
Cláudio Manoel (ou do Ouvidor), 61 - Centro (ver
no mapa) |
| Casa
de Cláudio Manoel da Costa |
A
casa do advogado, poeta e inconfidente Cláudio
Manoel da Costa passou às mãos do governo
português após a Inconfidência Mineira.
No Império, serviu de moradia ao Presidente da
Província de Minas Gerais, Bernardo Pereira de
Vasconcellos. Atualmente é residência particular.
Localização: Rua
Carlos Thomáz, 6 - Centro (ver
no mapa) |
| Casa
de Freire de Andrade |
Residência
do Tenente-Coronel Francisco de Paula Freire de Andrade,
comandante do Regimento dos Dragões da Cavalaria,
ao qual pertenceu Tiradentes. Participante ativo da Inconfidência
Mineira, faleceu em degredo na África. Hoje é
residência particular.
Localização: Rua
Conde de Bobadela, 59 - Centro (ver
no mapa) |
| Casa
de Dom Manoel de Portugal e Castro |
Sofreu
várias alterações ao longo dos anos.
Possui interessante inscrição latina nas
três sacadas frontais: 'Para eterna memória
do benefício imortal, teu nome fica gravado neste
metal'. Hoje é propriedade particular.
Localização: Praça
Tiradentes, 52 - Centro (ver
no mapa) |
| Casa
de Bernardo Pereira de Vasconcelos |
Comprada
do Conselheiro José Pedro Dias de Carvalho em 1862
para sediar a Casa de Câmara da Província
de Minas Gerais. Atualmente é sede da Câmara
Municipal de Ouro Preto.
Localização: Praça
Tiradentes, 41 - Centro (ver
no mapa) |
| Casa
da Baronesa |
Residência
que pertenceu à família do Barão
de Camargos, Manoel Teixeira de Souza, doada à
União em 1941. Abriga a 13ª Sub-regional II
do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional - IPHAN.
Localização: Praça
Tiradentes, s/nº - Centro (ver
no mapa) |
| Casa
dos Inconfidentes |
Retirada
da cidade, pertenceu à família do inconfidente
Álvares Maciel. Era um dos locais onde os inconfidentes
se reuniam para traçar os planos da Inconfidência
Mineira. Atualmente funciona como casa de hóspedes
da Prefeitura de Ouro Preto.
Localização: Rua
Engenheiro Correia (final) - Vila Aparecida (ver
no mapa) |
| Casa
de Bernardo Guimarães |
Residência
do poeta e romancista Bernardo Guimarães, nascido
em Ouro Preto em 1825. Entre suas obras, destacam-se os
romances 'O Seminarista' e 'A Escrava Isaura' e o poema
erótico 'O Elixir do Pajé'. Atualmente abriga
a Sociedade São Vicente de Paula.
Localização: Rua
Alvarenga, 794 - Cabeças (ver
no mapa) |
| Estátua
de Tiradentes |
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A
estátua foi erigida segundo decreto de 1891 da
Constituinte Mineira e inaugurada em 21 de abril de 1894.
O italiano Virgilio Cestari é o autor do projeto.
As peças em granito foram feitas no Rio de Janeiro
e os ornamentos em bronze, na Argentina.
Localização: Praça
Tiradentes - Centro (ver
no mapa) |
| Estação
Ferroviária |
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Grandes
festejos marcaram a inauguração da estação
e do ramal ferroviário em 1888, com a presença
do imperador D. Pedro II e da Princesa Isabel, além
de outros convidados ilustres.
Localização: Praça
Cesário Alvim, 102 - Barra (ver
no mapa) |
| Coluna
Saldanha Marinho |
Erigida
em 1867 em homenagem aos inconfidentes, esteve, primeiramente,
na Praça Tiradentes. Ficou conhecida pelo nome
do presidente da Província do Império.
Localização: Praça
Prefeito Amadeu Barbosa - Barra (ver
no mapa) |
Pontes:
Os
vários córregos e ribeirões que acompanham
o traçado sinuoso da cidade deram origem à
construção de diversas pontes. Inicialmente
feitas de madeira, foram sendo reconstruídas em
pedra de cantaria, a partir do governo Gomes Freire. Em
suas liras 'Marília de Dirceu', o poeta Tomás
Antônio Gonzaga cita as três pontes que levavam
à casa de sua amada.
As pontes são: do
Pilar, do Antônio
Dias, do
Rosário, dos Contos, da
Barra, Seca, do Padre Faria, do
Palácio
Velho e do Funil. |
| Ponte
do Pilar |
Uma
das mais antigas pontes da cidade, construída
em alvenaria de pedra sobre o córrego de Ouro
Preto ou do Xavier. Possui um único arco em
pedra de cantaria, passeios em lajes de pedra e calçamento
original tipo pé-de-moleque.
Construção: 1757
Arrematante Francisco Esteves
Localização: Rua do Pilar - Pilar (ver
no mapa) |
| Ponte
do Antônio Dias |
É
a única ponte romana existente na cidade, construída
sobre o córrego de Antônio Dias. É
Terceira ponte citada por Gonzaga, ficou conhecida como
'Ponte de Marília' ou 'Ponte dos Suspiros'.
Construção: 1745
a 1757
Autor do projeto: José Antônio Ribeiro
Guimarães
Construtor: Manuel Francisco Lisboa
Localização: Entre a Praça
de Antônio Dias e o Largo de Marília - Antônio
Dias (ver
no mapa) |
| Ponte
do Rosário |
Também
chamada de Ponte do Caquende, por estar construída
sobre o córrego de mesmo nome. É a primeira
ponte citada por Gonzaga, já que antigamente a
entrada da cidade se fazia pelo bairro das Cabeças.
Construção: 1753
Arrematante: Antônio da Silva Herdeiro
Localização: Rua Bernardo Guimarães
- Rosário (ver
no mapa) |
| Ponte
dos Contos |
Construída
sobre o córrego do Xavier a partir de planta vinda
de Portugal. Recebeu esse nome por estar próxima
à Casa dos Contos, da qual se podem ver os belos
arcos de alvenaria de pedra argamassada. É a segunda
ponte citada por Gonzaga.
Construção: 1744
Autor do projeto: Antônio
Leite Esquerdo
Localização: Rua São José -
Centro (ver
no mapa) |
| Ponte
da Barra |
Segundo
o historiador Diogo de Vasconcelos, está assentada
sobre o ribeirão do Funil, onde foram encontradas
as pedras escuras que, examinadas pelo governador Arthur
de Sá e Menezes, se revelaram ouro do mais puro
quilate.
Construção: 1806
Arrematante: José Ferreira Santiago
Localização: Rua Antônio Martins
- Barra (ver
no mapa) |
| Ponte
Seca |
É
assim chamada por causa do aterro construído sobre
o córrego que ligava o Largo do Rosário
à antiga Rua da Glória, hoje Antônio
de Albuquerque. O parapeito construído em pedra
atinge 10 metros de altura, sob o qual se estende calçamento
original tipo pé-de-moleque.
Localização: Rua
Donato da Fonseca - Rosário (ver
no mapa) |
| Ponte
do Padre Faria |
Construída
junto à Capela do Padre Faria, sobre o córrego
de mesmo nome, em quartzito do Itacolomi.
Construção: 1750
Arrematante: Antônio Fernandes Barros
Localização: Rua Padre Faria - Padre
Faria (ver
no mapa) |
| Ponte
do Palácio Velho |
Construída
sobre o antigo córrego do Sobreira, que liga a
Praça de Antônio Dias à Mina da Encardideira.
Localização: Rua
Dom Silvério - Antônio Dias (ver
no mapa) |
| Ponte
do Funil |
Construída
sobre o córrego de mesmo nome, próxima à
Estação Ferroviária de Ouro Preto.
Localização: Entre
a Rua Diogo de Vasconcelos e a Praça Cesário
Alvim - Barra (ver
no mapa) |
Chafarizes:
No
período colonial, o abastecimento de água
se fazia por meio dos chafarizes públicos, mandados
construir pelos governadores em locais de maior aglomeração
urbana. Estas construções canalizavam a
água de grandes mananciais, sendo distribuída
à população por bicas ou carrancas
que jorravam dia e noite. Recolhida em um tanque de pedra,
a água servia também aos animais. Diferenciam-se
uns dos outros por seus detalhes arquitetônicos,
executados em alvenaria de pedra, dotando a paisagem urbana
de agradáveis monumentos.
Os chafarizes são: dos Contos, do
Largo de Marília, do
Passo de Antônio Dias, da
Rua da Glória, do Alto da Cruz, da
Igreja da N. Sra. da Conceição de Antônio
Dias, da
Rua Barão do Ouro Branco, da
Praça Tiradentes, do
Alto das Cabeças, do Pilar, do
Rosário, da Rua das Flores, do
Sobrado das Lages e do Caminho das Lages, do
Largo Frei Vicente Botelho, da Barra e da
Coluna. |
| Chafariz
dos Contos |
O
Chafariz dos Contos é o mais belo de Ouro Preto,
construído em estilo barroco genuinamente português.
Há nele uma inscrição latina que
significa 'Povo que vai beber, louva de boca cheia
o Senado, porque tens sede e ele faz cessar a sede'.
Construção: 1745
Arrematante: João Domingues da Veiga
Localização: Praça Reinaldo
Alves de Brito - Centro (ver
no mapa) |
| Chafariz
do Largo de Marília |
Assim
chamado por estar construído junto ao local onde
existiu a casa de Marília de Dirceu. Obra típica
do gosto barroco, apresenta vários elementos próprios
do estilo: conchas, volutas e folhas de acanto.
Construção: 1758
Autor do Projeto: Manuel Francisco
Lisboa (atribuição)
Localização: Largo de Marília (ver
no mapa) |
| Chafariz
do Passo de Antônio Dias |
Risco
existente no Senado serviu à construção
deste chafariz e ao da Rua da Glória, que se
diferenciam apenas pela colocação das
pinhas laterais. Recebeu esse nome por estar defronte
ao Passo do Pretório.
Construção: 1752
Localização: Praça de Antônio
Dias - Antônio Dias (ver
no mapa) |
| Chafariz
da Rua da Glória |
Construído
a partir do risco existente no Senado para a fonte do
Passo de Antônio Dias.
Construção: 1752
Arrematantes: Antônio Fernandes de Barros e Antônio da Silva
Herdeiro
Localização: Rua Antônio de Albuquerque - Pilar (ver
no mapa) |
| Chafariz
do Alto da Cruz |
Risco
de autoria de Manuel Francisco Lisboa e busto feminino
em pedra-sabão atribuído a seu filho,
Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Considerado
o primeiro trabalho do artista, realizado quando ele
tinha apenas 19 anos.
Construção: 1757
Autor
do projeto: Manuel Francisco Lisboa (atribuição)
Localização: Rua do Resende - Alto da Cruz (ver
no mapa) |
| Chafariz
da Igreja de Nossa Senhora da Conceição
de Antônio Dias |
Construído
junto à parede externa da Matriz, em dimensões
reduzidas, apresenta elementos tipicamente barrocos:
volutas, concha e cruz.
Localização: Rua
Bernardo de Vasconcelos - Antônio Dias (ver
no mapa) |
| Chafariz
da Rua Barão do Ouro Branco |
Próximo
ao oratório de mesmo nome, possui duas belas
carrancas sobrepostas a um retângulo em pedra
de cantaria.
Construção: 176
Localização: Rua Barão
do Ouro Branco - Antônio Dias (ver
no mapa) |
| Chafariz
da Praça Tiradentes |
Compõe
a fachada da Casa de Câmara e Cadeia. Deve ter
sido modificado posteriormente para abrigar o medalhão
oval sobre o qual há uma inscrição
datada do Império.
Localização: Praça
Tiradentes - Centro (ver
no mapa) |
| Chafariz
do Alto das Cabeças |
Construído
junto ao muro do adro da Igreja do Senhor Bom Jesus
de Matozinhos. Possui interessante composição
formada por dois peixes entrecruzados, esculpidos em
pedra-sabão.
Construção: 1763
Arrematante: Francisco de Lima Cerqueira
Localização: Igreja do Senhor
Bom Jesus de Matozinhos - Cabeças (ver
no mapa) |
| Chafariz
do Pilar |
Possui
elementos característicos deste tipo de construção:
carrancas, tanque horizontal com dois poços e pinhas
laterais.
Localização: Praça
Américo Lopes - Pilar (ver
no mapa) |
| Chafariz
do Rosário |
Bastante
desfigurado, foi transferido em 1830 para local mais
próximo da Igreja do Rosário. Assemelha-se
ao Chafariz da Rua das Flores.
Localização: Largo do Rosário
- Rosário (ver
no mapa) |
| Chafariz
da Rua das Flores |
Chamado
também de Chafariz do Quartel ou dos Cavalos, por
ter sido construído nas proximidades do quartel
de cavalaria, hoje Escola Estadual Dom Pedro II.
Construção: 1746
Arrematante: Antônio Leite Esquerdo
Localização: Rua Senador Rocha
Lagoa - Centro (ver
no mapa) |
| Chafariz
do Sobrado das Lages e do Caminho das Lages |
Localizados
bem próximos um do outro no antigo Caminho das
Lajes, hoje acesso à BR-356, que liga Ouro Preto
a Mariana. Encontram-se bastante descaracterizados.
Localização: Rua Conselheiro Quintiliano
- Antônio Dias (ver
no mapa) |
| Chafariz
do Largo Frei Vicente Botelho |
Localiza-se
junto ao simpático casario do Largo Frei Vicente
Botelho.
Localização: Largo
Frei Vicente Botelho - Antônio Dias (ver
no mapa) |
| Chafariz
da Barra |
Bastante
descaracterizado, apresenta interessante piso à moda
de um tabuleiro de xadrez.
Localização: Praça Prefeito
Amadeu Barbosa - Barra (ver
no mapa) |
| Chafariz
da Coluna |
Totalmente
desfigurado, não possui tanque nem bicas.
Localização: Rua Alvarenga - Cabeças (ver
no mapa) |
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