Forte
Defensor Perpétuo
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O
Forte Defensor Perpétuo foi construído em 1703 para
defender a baía de Paraty dos ataques de piratas em
busca do ouro que vinha de Minas Gerais para ser embarcado
para a Europa.
Em
1822 o forte foi reformado e ganhou a denominação atual
em homenagem ao Imperador D. Pedro I, que recebera o
título de Defensor Perpétuo do Brasil.
Além
do Forte Defensor Perpétuo, outras seis fortificações
guardavam a baía: da Ponta Grossa, da Ilha das Bexigas,
de Iticopê, da Patitiba, da Ilha do Mantimento e Bateria
do Quartel. Delas restam, quando muito, apenas as ruínas.
Atualmente,
o Centro de Artes e Tradições Populares de Paraty ocupa
o salão principal do forte. Objetos relacionados ao
modo de vida do povo paratiense estão em exposição.
O
forte conta ainda com um paiol de pólvora ou casa da
pólvora, um dos poucos remanescentes deste tipo de construção
no Brasil.
Localização: Morro do Forte (ver
no mapa)
Visitação: Quarta-feira a domingo,
das 9h às 12h e 14h às 17h |
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Câmara
Municipal
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A Câmara Municipal ocupa o segundo andar do sobrado da
Prefeitura. Até
1921 o presidente da Câmara era quem respondia pelas funções
de prefeito da cidade.
Localização: Rua Dr. Samuel Costa, 29 (ver
no mapa).
Visitação: Visitas marcadas na sede
administrativa da Câmara Municipal, de segunda a
sexta, das 8h30 às 11h30 e 13h às 17h. Telefone:
(024) 371-1266 ramal 223 ou (024) 371-2070. |
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Quartel
da Fortaleza Patitiba
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O Quartel da Patitiba (1703) fazia parte de uma das
sete fortificações que defendiam a baía de Paraty. Durante
um longo período - até 1980 -, funcionou como Cadeia
Pública.
Depois
de restaurado em 1981, foi ocupado pela Secretaria Municipal
de Turismo e Cultura. Atualmente abriga a Biblioteca
Fábio Villaboim.
Localização:
Largo de Santa Rita (ver
no mapa)
Visitação: Segunda a sexta-feira,
das 9h às 12h e 13h às 17h. |
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Sobrado
dos Bonecos
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Construído no século XIX, o Sobrado dos Bonecos, com sua
arquitetura
simples e elegante, destaca-se pelos seus elementos de
adorno. As cornetas sob as sacadas - para escoar a água
de chuva - são de bronze.
O
nome do sobrado deve-se às quatro estátuas de adorno
que originalmente ficavam sobre o beiral. Delas, sobraram
apenas os pedestais.
Localização: Rua Tenente Francisco Antônio (Rua
do Comércio), 7. (ver
no mapa) |
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Casa
da Cultura
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O sobrado onde funciona a Casa da Cultura de Paraty
é segundo a UNESCO, um dos mais representativos da arquitetura
do século XVIII. Apresenta a influência da maçonaria
nos cunhais subdivididos em quadrados.
Uma das atrações que os visitantes podem
conferir logo na entrada da Casa da Cultura é um
tapete de serragem, arte típica das festas religiosas
da cidade. Numa justa homenagem a essa tradição
popular, a recepção, chamada Sala da
Cultura Indígena, ganhou um tapete de serragem
colorida de 28 metros quadrados. Trata-se de uma reprodução
do quadro de Rugendas, “Florestas brasileiras”.
O tapete é protegido por um vidro para que os
visitantes possam caminhar sobre ele.
Já o segundo andar do sobrado é ocupado
por uma exposição permanente que utiliza
a arte local e elementos do cotidiano dos paratienses
para mostrar a trajetória da
cidade. Os próprios moradores ajudaram a montar
o acervo.
Localização: Rua D. Geralda,
177 (ver
no mapa)
Visitação: Segundas, quartas,
quintas e domingos – 10h às 18h30; sextas
e sábados – 13h às 21h30. Telefone:
(24) 3371.2325. E-mail: casadacultura@paratyweb.com.br.
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Chafariz
da Pedreira
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O
Chafariz do Pedreira, também conhecido por Chafariz de
Mármore, foi construído em 1851 por ordem do Conselheiro
Luiz Pedreira do Couto Ferraz, o presidente da província
na época. |
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| Localização: Praça do Chafariz, na entrada do Centro Histórico.
(ver
no mapa) |
Santa
Casa de Misericórdia
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Fundada em 1822, no ano da independência do Brasil,
a Santa Casa de Misericórdia tem como patrono São Pedro
de Alcântara, em homenagem a D. Pedro I. O prédio exemplifica
o modo como se construía um hospital no século XIX.
Localização:
Rua Dom Pedro de Alcântara, 1. (ver
no mapa)
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