O
rico artesanato da cidade é produzido com materiais
simples: argila, palha, retalhos de tecido, pedra.
Trabalhados
pelas mãos habilidosas dos artesãos locais e seguindo
ensinamentos antigos, transformam-se em objetos de cerâmica,
cestas, peneiras, tapetes e panelas. Até hoje há
quem faça os tetos de esteira que eram muito comuns nas
construções rurais e que atualmente são
usados em casas mais modestas.
O
leite, principal fonte econômica da cidade, transforma-se
em doce e, principalmente, em queijo.
Há
laticínios com produção em maior escala
cujos os queijos podem ser encontrados em outras cidades. Mas o queijo tradicional é o de fabrico caseiro que
segue a mesma receita de família há anos. Há
diferenças sutis entre uma receita e outra - a quantidade
de sal, de coalho, de tempo de cura. Mas o sabor do queijo
do
Serro, seja de que fazenda for, é especial. O segredo,
dizem os queijeiros, é o clima da cidade.
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