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MONUMENTOS RELIGIOSOS


 
Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos


Esta é uma das igrejas mais antigas de Diamantina, construída por volta de 1728 por negros pertencentes a uma irmandade. Em 1771 passou por uma reforma, que provalmente ampliou a nave e acrescentou uma sacristia.


A exemplo de outras igrejas construídas posteriormente na cidade, possui uma única torre, que é independente da nave.

O largo da igreja abriga ainda um dos dois chafarizes remancentes do séc. XVIII.

Endereço: Largo do Rosário (ver no mapa)
Visitação: Terça a sábado, de 08h às 12h e de 14h às 17h; domingo, de 08h às 12h
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Igreja São Francisco de Assis


As obras de construção desta igreja tiveram início em 1766 e foram concluídas em 1772. É uma das raras igrejas de Diamantina localizada numa posição de destaque em relação às construções vizinhas.

O teto da capela, em perspectiva ilusionista, foi pintado por José Soares de Araújo que, por não ter recebido da Irmandade o valor combinado, teria acrescentado à obra desenhos dos irmãos com cara de ratos.

Localização: Rua São Francisco (ver no mapa)
Visitação: Terça a sábado, de 08h às 12h e de 14h às 17h30; domingo, de 08h às 12h

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Igreja Nossa Senhora do Carmo

Projeto inicial da Ordem Terceira do Carmo, esta igreja acabou sendo construída pelo contratador João Fernandes de Oliveira, que se desintendera com outros membros da Irmandade ao escolher um local próximo à Casa do Contrato, onde trabalhava.

Destaca-se a talha esculpida por Francisco Antônio Lisboa (homônimo de Aleijadinho) e Manoel Pinto, além de um órgão de 514 tubos que teria sido utilizado por Lobo de Mesquita, um dos mais importantes compositores coloniais.

Há duas versões para o fato da torre ter sido construída na parte de trás da igreja: esta alteração permitiria que Chica da Silva frequentasse as missas, já que imperava uma lei que proibia os negros de irem "além das torres", ou a mudança teria sido um pedido da própria Chica, que não queria que o barulho dos sinos chegasse até sua casa.

Localização: Rua do Carmo (ver no mapa)
Visitação: Terça a sábado, de 08h às 12h e de 14h às 18h; domingo, de 08h às 12h

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Catedral Metropolitana de Santo Antônio

A atual matriz de Diamantina foi construída entre 1933 e 1940, em substituição à antiga igreja de Santo Antônio do Tijuco, demolida após longo processo de degradação.

Localização: Praça da Matriz (ver no mapa)
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Igreja Nosso Senhor do Bonfim

Esta construção, de 1771, foi bancada por militares que faziam parte do regimento do Tijuco, que ficava ao lado da igreja.

Localização: Rua do Bonfim (ver no mapa)
Visitação: Terça a sábado, de 08h às 12h e de 14h às 18h; domingo, de 08h às 12h
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Igreja Nossa Senhora das Mercês

Esta igreja foi iniciada em 1772 por negros dissidentes da Irmandade do Rosário. Devido a divergências entre os financiadores, foi construídas aos poucos e só ficou totalmente pronta por volta de 1820.

Localização: Rua das Mercês (ver no mapa)
Visitação: Segunda a sexta, de 13h às 17h; sábado e domingo, de 08h às 11h e de 12h às 17h
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Igreja da Luz

Esta igreja é fruto de uma promessa feita por Tereza de Jesus Perpétuo Corte Real durante o terremoto que destruiu Lisboa em 1755.

Localização: Rua da Luz (ver no mapa)
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Capela Imperial do Amparo

Construída no século XVIII, ganhou o nome de "imperal" após a Independência do Brasil.

A capela sedia a Festa do Divino, que acontece geralmente nos meses de maio/junho, com destaque para o sorteio do Imperador do ano seguinte.

Localização: Rua do Rosário (ver no mapa)

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Basílica do Sagrado Coração de Jesus

Sua construção iniciou-se em 1884 e foi concluída em 1889. Projetada pelo padre Júlio Clevelin, tem estilo neo-gótico e se destaca por ser a única da cidade construída com pedras de cantaria. Possui em seu interior vitrais franceses coloridos. A mesa do altar-mor, embora pareça ser de madeira, é toda em pedra sabão.

Localização:
Praça do Sagrado Coração de Jesus (ver no mapa)

Foto gentilmente cedida pelo site Diamantinanet
 
 
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